Muriel Paraboni

“O indício de que a obra está pronta é quando todo esse movimento e complexidade simplesmente desaparecem na imagem,

proporcionando ao público um instante de serenidade e contemplação.

Quando isso acontece, é hora de começar tudo de novo.”

Muriel Paraboni


Cineasta e Artista Visual. Mestre em Artes Visuais PPGART/UFSM. Especialista em Pintura, Desenho e Instalação/FEEVALE. Especialista em Teoria do Teatro: Cena Contemporânea/UFRGS. Especialista em Dirección Escénica en Cine y Television/Escuela Internacional de Cine Y Television, EICTV, Cuba. Especialista em Produção Cinematográfica/PUCRS. Graduado em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo/UNISINOS. Foi selecionado e premiado no Brasil e no exterior como roteirista, diretor e produtor com: Miopia (2002), seu curta de estreia; Entardecer (2016), seu filme mais recente e que recebeu diversos prêmios internacionais; São Bernardo (2003), roteiro de longa-metragem; e Depois da Náusea (2006), projeto de primeiro longa-metragem.

 

Com formação em Comunicação, Cinema e Artes, a produção de Muriel Paraboni se caracteriza pela alternância de mídias e forte ênfase visual marcada pela experimentação de múltiplas linguagens e, sobretudo, por uma estética que combina poesia e abstração. Participou de 14 mostras coletivas desde 2011 e em 2016 realizou Terra, sua primeira exposição individual, reunindo um conjunto significativo de obras nas mais diversas mídias abordando linguagens que fazem parte de sua poética: pintura, colagem, objeto, vídeo, instalação, fotografia. Há no conjunto da obra de Muriel uma característica evidente: a alternância de estados e contaminações.  Avançar, depurar, arriscar, experimentar, criar espaço para o acidental, para o inesperado, para o novo e para o acaso, são desdobramentos inusitados que surgem no decorrer do fazer artístico. Para a realização de obras com objeto e fotografia, Muriel coleta materiais na natureza que, posteriormente, somam-se ao pigmento acrílico na tela e proporcionam às suas obras uma força que une os diferentes momentos de construção de sua poética. Ainda que os processos possam acontecer paralelamente, eles são capazes de contaminar e alimentar uns aos outros. Flagrar o instante, o momento poético que, em determinado momento, se manifesta materialmente numa pintura, vídeo ou instalação e assim obter novos caminhos e possibilidades de trabalho, refletem o desejo do artista e o seu olhar atento ao tempo e espaço presentes. 

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Cineasta y Artista Visual. Maestría en Artes Visuales PPGART / UFSM. Especialista en Pintura, Diseño e Instalación / FEEVALE. Especialista en Teoría del Teatro: Escena Contemporánea / UFRGS. Especialista en Dirección Escénica en Cine y Televisión / Escuela Internacional de Cine Y Televisión, EICTV, Cuba. Especialista en Producción Cinematográfica / PUCRS. Graduado en Comunicación Social - Habilitación en Periodismo / UNISINOS. Fue seleccionado y premiado en Brasil y en el exterior como guionista, director y productor con: Miopía (2002), su corto de estreno; Entardecer (2016), su última película y que recibió varios premios internacionales; San Bernardo (2003), guión de largometraje; y después de la Náusea (2006), proyecto de primer largometraje. 


Con la formación en Comunicación, Cine y Artes, la producción de Muriel Paraboni se caracteriza por la alternancia de medios y un fuerte énfasis visual marcado por la experimentación de múltiples lenguajes y, sobre todo, por una estética que combina poesía y abstracción. En el año 2016 realizó "Terra", su primera exposición individual, reuniendo un conjunto significativo de obras en los más diversos medios abordando lenguajes que forman parte de su poética: pintura, collage, objeto, vídeo, instalación, fotografía. Hay en el conjunto de la obra de Muriel una característica evidente: la alternancia de estados y contaminaciones. En el caso de que se produzca un cambio en la calidad de vida de la población, se debe tener en cuenta que, para la realización de obras con objeto y fotografía, Muriel recoge materiales en la naturaleza que posteriormente se suman al pigmento acrílico en la pantalla y proporcionan a sus obras una fuerza que une los diferentes momentos de construcción de su poética. Aunque los procesos pueden ocurrir paralelamente, ellos son capaces de contaminar y alimentarse unos a otros. El momento poético que, en determinado momento, se manifiesta materialmente en una pintura, vídeo o instalación y así obtener nuevos caminos y posibilidades de trabajo, reflejan el deseo del artista y su mirada atenta al tiempo y espacio presentes.



Obras do Artista